miércoles, 18 de septiembre de 2024

DTP/ 409 Novo biovidro reduz risco de falhas em implantes de titânio

O novo material, denominado informalmente de F18, é composto por sílica, cálcio, sódio, potássio, magnésio e fósforo, e possui as propriedades de acelerar a formação de tecido ósseo FAPESP/DICYT Pesquisadores do Departamento de Engenharia de Materiais da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) desenvolveram um novo vidro com propriedades bioativas (biovidro) que, ao ser depositado sobre a superfície de implantes dentários e ortopédicos feitos de titânio, reduz o risco de falhas causadas por infecções bacterianas e acelera o processo de ligação dessas próteses metálicas com o tecido ósseo (osseointegração). Desenvolvido no âmbito do Centro de Ensino, Pesquisa e Inovação em Vidros (Certev) – um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs), financiados pela Fapesp, o novo material e o processo de deposição dele sobre a superfície de implantes foram patenteados e já despertaram o interesse de empresas do Brasil e do exterior. “Fizemos testes in vivo [em animais] e os resultados indicaram que a fase inicial de osseointegração de implantes dentários com a superfície coberta pelo novo biovidro foi até uma vez e meia mais rápida em comparação com implantes sem a superfície coberta pelo material”, disse Clever Ricardo Chinaglia, pós-doutorando no Departamento de Engenharia de Materiais do Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia da UFSCar, com Bolsa da Fapesp, e participante do projeto. De acordo com Chinaglia, o novo material, denominado informalmente de F18, é composto por sílica, cálcio, sódio, potássio, magnésio e fósforo, e possui as propriedades de acelerar a formação de tecido ósseo (osteoindutor), controlar inflamações (ação anti-inflamatória) e facilitar a formação de vasos sanguíneos (angiogênica) encontradas em determinados organismos vivos como o ser humano, por exemplo. Uma das principais diferenças dele em relação ao 45S5 – o primeiro biovidro desenvolvido no mundo, na década de 1960 – e outros vidros bioativos criados depois é que o F18 possui alguns elementos químicos que impedem sua cristalização e o tornam capaz de eliminar bactérias (bactericida). A maioria dos biovidros existentes hoje apenas detém a proliferação de determinados tipos de bactérias (são bacteriostáticos). Pelo fato de não cristalizar facilmente, pode-se obter o material na forma de fibras longas e flexíveis (fibras bioativas) – que, segundo os pesquisadores, são as únicas fibras de biovidro existentes no mundo – além de outras formas complexas tridimensionais (3D). Além disso, também é possível moer o material e obter partículas com granulometria da ordem de mícrons ou sub-mícrons (milésimo de milímetro), que podem ser fixadas à superfície de implantes de titânio, fazendo com que ele seja biofuncionalizado, ou seja, apresente funções bioativas encontradas somente em determinados organismos vivos, como a capacidade de induzir a formação de tecido ósseo e de vasos sanguíneos. Ao serem implantadas, as partículas de biovidro na superfície das próteses de titânio começam a se dissolver e a liberar íons importantes para a osseointegração, desaparecendo totalmente após o término dos estágios iniciais do processo – que levam de 7 a 10 dias –, explicou Chinaglia. Além de acelerar o processo de osseointegração, por ser bactericida o novo material também impede a fixação de bactérias na superfície de implantes, reduzindo a formação de biofilme – uma estrutura complexa, criada pelas bactérias, de difícil controle e tratamento – e gerando um ambiente no local da colocação do implante livre desses microrganismos, detalhou. “Um processo infeccioso causado por bactérias pode causar mudanças no pH, na temperatura e nas condições de cicatrização, prejudicando o processo de osseointegração. Por isso a presença de um agente bactericida nessa fase inicial do processo é muito importante”, disse Chinaglia à Agência Fapesp. Biofuncionalização Para depositar as partículas do novo biovidro na superfície de implantes e biofuncionalizá-los, os pesquisadores também criaram uma técnica pela qual, inicialmente, as partículas do material são dispersadas em géis específicos. Em seguida, a dispersão é aplicada na superfície de implantes, gerando uma superfície com um determinado padrão de tamanho e de distribuição de partículas. Ao serem aquecidas por diferentes métodos, as partículas fluem sem cristalizar e aderem em algumas regiões da superfície do implante. “Os processos de deposição geram uma camada descontínua de biovidro sobre a superfície de um implante, formando ilhas do material, que possibilitam que algumas áreas da superfície do implante sejam cobertas pelo biovidro e outras não”, explicou Chinaglia. A área coberta pelo biomaterial contribui para estimular a formação do novo tecido ósseo e impedir a fixação de bactérias na superfície do implante durante a fase inicial de osseointegração, detalhou Chinaglia. “As partículas do biovidro que desenvolvemos têm solubilidade maior do que o 45S5 e outros vidros bioativos. Elas começam a se dissolver já nos primeiros instantes após a implantação e são totalmente dissolvidas até o final do processo de osseointegração”, disse. “Isso evita também problemas de instabilidade na interface entre o metal e o material cerâmico, a fonte mais comum de falhas nos implantes recobertos com hidroxiapatita [mineral formado por fosfato de cálcio]”, explicou. O titânio e o vidro possuem diferenças de propriedades mecânicas e térmicas que normalmente impedem a compatibilização dos dois materiais. Por isso, as tentativas de combiná-los para fabricar implantes dentários e ortopédicos feitos nas últimas décadas fracassaram, disse Chinaglia. “Foram por essas razões que a tentativa feita há 20 anos de se cobrir a superfície de implantes dentários com uma camada de hidroxiapatita fracassou e porque ainda não há no mercado um implante metálico com uma camada de material cerâmico com a função de acelerar a osseointegração”, explicou. “Testamos implantes dentários de titânio biofuncionalizados pelo biovidro em animais e não encontramos nenhum resquício do material na superfície deles após o processo de osseointegração, o que mostra que o material é totalmente reabsorvido”, afirmou. Segundo ele, as análises histomorfométricas [de quantificação de estruturas ósseas demostraram ainda que a formação óssea sobre os implantes recobertos nas primeiras duas semanas é uma vez e meia mais rápida que nos implantes não recobertos. Fuente: AGENCIA IBEROAMERICANA PARA LA DIFUSIÓN DE LA CIENCIA Y LA TECNOLOGÍA https://www.dicyt.com/noticia/novo-biovidro-reduz-risco-de-falhas-em-implantes-de-titanio

martes, 17 de septiembre de 2024

DTP/ 408 La empresa Orthoapnea, junto a investigadores de la UMA, lanza el primer dispositivo inteligente que combate la apnea del sueño y del ronquido

Permite personalizar funcionalmente el mecanismo según el patrón de movimiento mandibular de cada persona La empresa malagueña OrthoApnea, junto con Ingenieros e investigadores del Departamento de Mecánica de la Escuela de Ingenierías Industriales de la Universidad de Málaga, han diseñado un dispositivo único en el mundo que ayuda a combatir la Apnea del Sueño y el Ronquido. Gracias a esta colaboración de más de cuatro años entre ambas partes, se ha encontrado una solución personalizada y de última tecnología. El nuevo dispositivo intraoral OrthoApnea NOA está desarrollado en un entorno CAD/CAM, adaptado a la biomecánica mandibular del paciente, elaborado con materiales biocompatibles y fabricado con impresoras 3D, que multiplican su eficacia y comodidad. Está compuesto por una férula superior que cuenta con un elemento saliente denominado seguidor y una férula inferior con una aleta llamada leva que permite una personalización del avance, de los movimientos laterales y de la apertura mandibular y frontal. El tratamiento se comercializa con cuatro férulas inferiores de distinto avance, para poder intercambiarlas, buscando el avance óptimo y terapéutico. La principal diferencia de OrthoApnea NOA con otros dispositivos del mercado es que su diseño se ha realizado conforme a un algoritmo pionero, que permite personalizar funcionalmente el mecanismo según el patrón de movimiento mandibular de cada persona. Es el único dispositivo que tiene en cuenta la cinemática mandibular y la influencia de la morfología craneomandibular del paciente en el diseño del dispositivo para aumentar la eficacia y mejorar el comportamiento ante esta enfermedad.  Además, esta personalización hace que disminuya la posibilidad de sufrir efectos adversos a largo plazo. Por lo que es un dispositivo mucho más seguro. No sólo eso, sino que se podría llegar a tratar de manera simultánea la Apnea del Sueño y la patología en ATM. Otro de los objetivos de este proyecto ha sido la creación de una red de comunicación entre especialistas que tratan esta patología a través de una plataforma online llamada ApneaDock. Se trata de una plataforma con tecnología Big Data, aplicada a la salud, que permitirá la mejora continua del dispositivo para aumentar su eficacia y optimizar el proceso productivo. La creación del dispositivo OrthoApnea NOA supone un avance científico y un paso adelante en la lucha contra la Apnea del Sueño, una patología que afecta, solo en España, a 7 millones de personas, de las cuales solo 1.500.000 de personas están siendo tratadas.   Este dispositivo mejora la calidad y esperanza de vida del paciente, disminuye el riesgo de accidentes de tráficos ocasionados por los trastornos de la Apnea del Sueño, soluciona otros problemas derivados de las relaciones sociales (dormir acompañado, viajar, somnolencia diurna, etc..) y como consecuencia, disminuyen los gastos sanitarios adicionales que pueda ocasionar esta enfermedad. El dispositivo se comenzará a comercializar a partir de julio de 2020 a nivel mundial, con distribuidores repartidos en más de 45 países. Este nuevo DAM es una apuesta de la empresa OrthoApnea, perteneciente al Grupo Ortoplus, líder en la comercialización de dispositivos de avance mandibular, y cuya misión es ser la solución a la Apnea del Sueño y el Ronquido. OrthoApnea se ha rodeado de expertos de diversas disciplinas como la biomecánica, la informática, la cinemática, la física, las matemáticas, la nanotecnología, la medicina, y la odontología. La presentación de este nuevo dispositivo NOA tuvo lugar ayer en las instalaciones de OrthoApnea, en un acto presentado por Eduardo Vázquez Delgado, director del Instituto Craneomandibular de Barcelona y director del Comité Científico de OrthoApnea. Los creadores del dispositivo OrthoApnea NOA, patentado a nivel mundial, consideran que “revolucionará la medicina oral del sueño, ya que no existe nada parecido en el mercado, y cambia el paradigma de la relación paciente-dispositivo, donde el paciente pasa a ser el protagonista”. Fuente: Universidad de Málaga https://www.uma.es/sala-de-prensa/noticias/la-empresa-orthoapnea-junto-investigadores-de-la-uma-lanza-el-primer-dispositivo-inteligente-que-combate-la-apnea-del-sueno-y-del-ronquido/

sábado, 14 de septiembre de 2024

DTP/ 407 El estrés o la ansiedad es la principal causa del bruxismo

Navidades es un periodo en el que puede aumentar este trastorno, ya que hay mayores niveles de estrés por los compromisos sociales y responsabilidades. Algunos estudios lo sitúan como el tercer trastorno del sueño más frecuente Muchas personas se levantan de la cama con dolores de cabeza y musculares sin saber que una de la causas puede ser el bruxismo. Este trastorno consiste en una excesiva presión de los maxilares o un movimiento repetitivo del maxilar produciendo rechinar de dientes. Este movimiento involuntario no tiene ninguna función y únicamente presenta inconvenientes para la salud de la persona. Algunos estudios en Inglaterra lo sitúan como un trastorno con unas tasas superiores al 4% en Inglaterra, Alemania e Italia. Según expertos de la Cátedra de Investigación del Sueño de la Universidad de Granada- Grupo Lo Monaco, la principal causa del bruxismo sería el estrés o la ansiedad. En personas que tienen el trastorno de forma crónica, las crisis más fuertes se dan en momentos en los que la persona está siendo sometida a mayores niveles de estrés. En este caso las Navidades, pueden ser un periodo en el que puede aumentar, ya que nos vemos sometidos a mayores niveles de estrés por los compromisos y responsabilidades. Entre las principales repercusiones que este problema puede implicar es, en primer lugar, un desgaste de los dientes produciendo problemas en los mismos, así como sangrado de las encías. Además de ello, es igualmente frecuente en las personas que sufren bruxismo, dolores cervicales, jaquecas, dolores de cabeza y a menudo también, dolor en los propios dientes.  ¿Cómo detectar el bruxismo? Pese a que la principal causa sea el estrés o la ansiedad, un alto porcentaje de estos pacientes ejecutan estos movimientos durante el sueño. De forma habitual la persona que rechina los dientes durante el sueño no es consciente del problema, salvo por dolores musculares o de cabeza que son los que le llevan a buscar ayuda de forma habitual. En otras ocasiones el problema es detectado por el dentista o informado por la pareja cuando se duerme en compañía puesto que, a menudo, los ruidos del rechinar de dientes son percibidos por la pareja de dormitorio, a la que le impiden conciliar el sueño o le despiertan. Este hecho es curioso ya que muchas de las personas que lo sufren tardarán en darse cuenta del problema, según Alejandro Guillén Riquelme de la Cátedra de Investigación del Sueño. Tratamientos del bruxismo Entre los tratamientos destacan dos: el primero de ellos, sería el tratamiento médico que incluye, además de medicación para los casos en los que la ansiedad sea muy elevada, un protector llamado férula de descarga. Este protector permite que los dientes no suenen ni se desgasten evitando así problemas de dientes y encías. En algunos casos la férula se debe usar para siempre y, en otros, en aquellas situaciones en las que la persona percibe un mayor estrés. El segundo grupo de tratamientos serían los psicológicos donde destacan las técnicas de relajación previas al sueño con el fin de lograr que el nivel de activación de la persona se reduzca y el descanso sea mejor y con un menor número de movimientos. No obstante, según el Dr. Guillén Riquelme, debemos tener en cuenta que, en algunos casos crónicos, el trastorno puede ser difícil de abordar por lo que la férula de descarga sería la primera opción terapéutica, aunque solo tenga carácter paliativo. El Centro de Investigación Mente, Cerebro y Comportamiento (CIMCYC) y la nueva Cátedra de Investigación del Sueño de la UGR-Grupo Lo Monaco, puestos en marcha en colaboración con la Universidad de Granada y la compañía líder en descanso, llevan a cabo de manera conjunta investigaciones basadas en el estudio, evaluación, diagnóstico, tratamiento y seguimiento de aspectos relacionados con el sueño. El Laboratorio del Sueño de la Universidad de Granada es el mayor centro de investigación de Europa de estas características. Gracias a esta colaboración sellada, Lo Monaco participa proporcionando financiación económica y capital humano, destinados a contribuir con las investigaciones que se realizan en el marco de la misma. Además, la empresa ha donado a la UGR material para su uso en las instalaciones de la Cátedra (el Laboratorio del Sueño de la UGR). La Cátedra de Investigación del Sueño de la UGR-Grupo Lo Monaco realiza trabajos centrados en el desarrollo de proyectos conjuntos de investigación; financiación de contratos, becas y ayudas a personal investigador y en prácticas; redacción de trabajos de investigación y de tesis doctorales y otras publicaciones; transferencia de resultados de la investigación a la empresa e impulso de la publicación de patentes u organización de cursos, seminarios, conferencias u otras actividades formativas y de divulgación, entre otros. FUENTE: Universidad de Granada Lnk: https://canal.ugr.es/noticia/estres-ansiedad-principal-causa-bruxismo/

miércoles, 11 de septiembre de 2024

DTP/506 Nuevos biomateriales para frenar la caries

Vidrio bioactivo y flúor, claves para frenar la degradación y remineralizar los dientes
CEU-UCH/DICYT Las bacterias que causan las caries generan ácidos que desmineralizan la dentina, por lo que hallar nuevos biomateriales con propiedades remineralizantes es uno de los principales retos de la odontología restauradora y mínimamente invasiva. El profesor de Dentistry del CEU-UCH especialista en el desarrollo de nuevos biomateriales dentales, Salvatore Sauro, ha colaborado con investigadores de cinco universidades de Finlandia, Brasil, Bélgica, Alemania y Reino Unido, para comparar la eficacia de dos nuevos biomateriales, en este caso, basados en el uso de vidrio bioactivo, que reducen la degradación de las fibras de colágeno y favorecen la remineralización de la dentina. El estudio ha comparado la acción inhibidora de las enzimas proteolíticas de la dentina y la remineralización inducida lograda por dos tipos de resinas experimentales que contienen vidrio bioactivo: una de ellas, con micropartículas de Bioglass 45S5 y la otra, con vidrio bioactivo experimental enriquecido con flúor y fosfatos. Los efectos de ambos tipos de material experimental se han testado sobre muestras de dentina completamente desmineralizadas, sumergidas en saliva artificial durante un periodo de treinta días. Mediante un proceso inmunohistoquímico, se evaluó la degradación del colágeno dentinal por la acción de las enzimas proteolíticas. Por otro lado, mediante técnicas de espectroscopia infrarroja y microscopía electrónica de barrido, se ha evaluado la remineralización inducida por ambas resinas bioactivas experimentales, comparando los resultados antes y después del proceso. Más eficacia con flúor y fosfatos   Según destaca el profesor del CEU-UCH coautor de la investigación, Salvatore Sauro, “la resina con vidrio bioactivo que hemos enriquecido con flúor y fosfatos ha demostrado ser más activa para inhibir las enzimas proteolíticas de la dentina y más bioactiva que la que contenía solo Bioglass. Según hemos observado en el estudio, esto se debe a los iones fluorados que libera y a la gran cantidad de fosfatos que aceleran la remineralización de la dentina y frenan su degradación”. Este tipo de material experimental bioactivo y enriquecido sería, por tanto, más adecuado para el desarrollo de nuevos materiales dentales destinados al tratamiento de la caries, que destruye los tejidos del diente como consecuencia de la desmineralización provocada por los ácidos que genera la placa bacteriana.   El profesor Sauro dedica su labor investigadora al desarrollo de tratamientos odontológicos mínimamente invasivos contra la caries, que permitan eliminar la menor parte posible de tejido de la dentina afectado y que empleen para su restauración composites dentales bioactivos de carácter terapéutico capaces de remineralizar los tejidos dentales, como los testados en este estudio. Uno de los trabajos más recientes del profesor Sauro se ha centrado en un nano-mineral bioactivo llamado halloysite, sobre el que ha demostrado sus propiedades óptimas para transportar agentes terapéuticos antibacterianos, como el triclosan, para evitar la reaparición de la caries, favoreciendo al mismo tiempo la remineralización del tejido dental dañado.   Además, este mes de mayo el profesor del CEU-UCH ha sido premiado por la European Federation of Conservative Dentistry (EFCD), por su estudio sobre la eficacia de la fotopolimerización en atmósfera de argón para aumentar la dureza y las propiedades de pulido de los composites dentales, conservando así por más tiempo su resistencia y aspecto estético. En Journal of Dental Research   En este estudio sobre resinas con vidrio bioactivo, el profesor del CEU-UCH Salvatore Sauro ha colaborado con investigadores del Departamento de Odontología Restauradora de la Universidad de Turku (Finlandia); la Facultad de Odontología de la Universidad de Fortaleza (Brasil); el Grupo de Biomateriales de la Universidad de Gante (Bélgica); la Friedrich Schiller University de Jena (Alemania); y el King’s College London Dental Institute, de Londres (Reino Unido), institución de la que Salvatore Sauro es profesor agregado honorario. La investigación, publicada en el Journal of Dental Research, la revista número uno en el ranking de publicaciones científicas de este ámbito, ha sido financiada con fondos del Programa de Consolidación de Indicadores del CEU-UCH, las becas de la Academy of Finland y las del EVO Funding del Turku University Hospital de Finlandia. Referencia bibliográfica “Effects of Composites Containing Bioactive Glasses on Demineralized Dentin”, en Journal of Dental Research: http://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/0022034517709464 Fuente: AGENCIA IBEROAMERICANA PARA LA DIFUSIÓN DE LA CIENCIA Y LA TECNOLOGÍA https://www.dicyt.com/noticias/nuevos-biomateriales-para-frenar-la-caries Este mensaje su contenido van dirigidos exclusivamente a sus destinatarios profesionales, pudiendo tener información confidencial sometido a secreto profesional, si no desea recibir más e-mails puede darse de baja enviando un correo electrónico a dentaltiempo@gmail.com, indicando el asunto BAJA o “NO ENVIAR”.

lunes, 9 de septiembre de 2024

DTP/ 504 ¿Para qué sirve enjuagarse la boca con agua y sal? Cómo hacerlo de manera correcta y segura

Al momento de enjuagarse la boca con agua con sal, siempre se debe seguir el consejo de un odontólogo y no abusar de este remedio casero Cuando se trata de la salud bucal, a menudo buscamos soluciones simples y efectivas que podamos aplicar fácilmente en casa. Una de estas alternativas caseras que ha probado ser muy útil es el enjuague de boca con agua y sal. Esta práctica tradicional ha sido utilizada durante generaciones como un remedio natural para aliviar diversos problemas orales y mantener una higiene dental saludable. Sin embargo, más allá de su simplicidad, ¿realmente conocemos cómo debemos utilizarlo de manera correcta y segura? Cuando se trata de dolores de muelas, garganta irritada, resfriados, aftas bucales, gingivitis, enfermedad periodontal e infecciones dentales, el enjuague con agua y sal puede ser de gran ayuda. Por ejemplo, Mejor con Salud indica que en casos de dolor de muelas, puede proporcionar alivio temporal hasta que se pueda acudir al dentista, mientras que para problemas como la gingivitis, puede ayudar a reducir la inflamación y el sangrado de las encías. Es importante recordar que el enjuague con agua y sal no reemplaza la atención profesional, especialmente en casos de infecciones graves o extracciones dentales. Siempre se debe seguir el consejo de un odontólogo y no abusar de este remedio casero, limitando su uso a 2 o 3 veces al día y evitando períodos prolongados sin supervisión médica. Fuente: ELUNIVERSO :https://www.eluniverso.com/larevista/salud/para-que-sirve-enjuagarse-la-boca-con-agua-y-sal-nota/

domingo, 14 de enero de 2024

DTP/ 503 Adiós implantes: ensayan un fármaco que regenera los dientes caídos

El medicamento ya fue probado con éxito en animales y los ensayos clínicos en humanos están próximos a comenzar. Hasta hoy, la falta de piezas dentarias, uno de los problemas odontológicos más frecuentes a nivel mundial, sólo puede solucionarse con el implante de dientes artificiales. Sin embargo, un revolucionario fármaco capaz de regenerar los dientes faltantes ya está listo para ser probado en humanos, después del éxito en los ensayos con animales. Estimula el crecimiento natural de los dientes Ya se encuentra en fase de prueba científica el primer medicamento que estimula el crecimiento natural de los dientes, ofreciendo un tratamiento para aquellos individuos que presentan una falta de dentición completa debido a factores congénitos. Este revolucionario avance médico ha sido principalmente desarrollado por el Dr. Katsu Takahashi, quien es el investigador principal y director del Departamento de Odontología y Cirugía Oral en el Hospital Kitano del Instituto de Investigación Médica en la ciudad de Osaka, en Japón. Estudio en ratones El Dr. Takahashi inició sus investigaciones científicas después de notar que estudios realizados en diferentes partes del mundo habían identificado genes que, al ser eliminados, resultaban en la reducción del número de dientes en ratones genéticamente modificados. "La cantidad de dientes varió a través de la mutación de un solo gen. Si hacemos de eso el objetivo de nuestra investigación, debería haber una manera de cambiar la cantidad de dientes que tienen las personas", señaló Takashi. Ensayo en humanos Tras identificar una proteína que limita el crecimiento de los dientes, el equipo de Takashi comenzó a trabajar en un fármaco que lograra comportarse como un anticuerpo capaz de neutralizar esta proteína en ratones que congénitamente desarrollaron una menor cantidad de dientes. En 2021, tras exitosos ensayos en laboratorio, el estudio fue publicado. Ensayo en humanos Tras identificar una proteína que limita el crecimiento de los dientes, el equipo de Takashi comenzó a trabajar en un fármaco que lograra comportarse como un anticuerpo capaz de neutralizar esta proteína en ratones que congénitamente desarrollaron una menor cantidad de dientes. En 2021, tras exitosos ensayos en laboratorio, el estudio fue publicado. El próximo desafío consiste en trasladar este avance científico al ámbito humano, para lo cual los expertos ya están trabajando en una serie de ensayos clínicos que se desarrollarán durante el 2024, con la esperanza de que el medicamento esté disponible hacia 2030. Fuente: https://www.historylatam.com/ciencia/adios-implantes-ensayan-un-farmaco-que-regenera-los-dientes-caidos Información condensada del fármaco que regenera dientes y sus Link: - The Mainichi Japón https://mainichi.jp/english/articles/20230609/p2a/00m/0sc/026000c ScienceDirect' https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2352320423000044 EL ESPAÑOL https://www.elespanol.com/ciencia/salud/20230924/farmaceutica-japon-desarrolla-primer-farmaco-mundo-hace-crecer-nuevos-dientes/796920421_0.html ELPAÍS https://www.elpais.com.co/salud/asi-funciona-el-novedoso-farmaco-que-podria-hacer-que-los-dientes-se-regeneren-naturalmente-0435.html LA VANGUARDIA https://www.lavanguardia.com/cribeo/20230705/9087819/adios-implantes-estudian-farmaco-regenerar-nuevos-dientes.html

jueves, 4 de enero de 2024

DTP/ 502 ¿La pasta de dientes caduca? conoce la verdad y las consecuencias

Es fundamental garantizar una higiene bucal efectiva y segura La pasta de dientes es un elemento fundamental en nuestra rutina diaria de cuidado bucal, pero muchas personas se preguntan si este producto tiene fecha de caducidad y cuáles podrían ser las consecuencias de usar una pasta vencida. Aclaremos estas dudas para garantizar una higiene bucal efectiva y segura. ¿La pasta de dientes tiene fecha de caducidad? En la mayoría de los casos, se encuentra una fecha estimada de duración una vez que el envase ha sido abierto. Esta información suele presentarse en un pequeño símbolo circular, similar al que se encuentra en los envases de cremas, acompañado por un número seguido de una letra, como por ejemplo, 12M. Esta indicación significa que el fabricante asigna a dicho producto una vida útil de 12 meses una vez que ha sido abierto. Sin embargo, es crucial destacar que la pasta de dientes no es inmune al deterioro. Con el transcurso del tiempo, tanto los ingredientes activos como otros componentes pueden perder su eficacia. Además, existe el riesgo de que la pasta de dientes se contamine con bacterias o mohos si no se almacena de manera adecuada. Fuente: LA RAZÓN https://www.larazon.es/salud/bienestar/pasta-dientes-caduca-conoce-verdad-consecuencias_20231205656f52c90ec7c80001c1e3ba.html

sábado, 23 de diciembre de 2023

DTP/ 501 Blancorexia: qué es, causas, síntomas y cómo combatirla

La blancorexia, la obsesión por tener los dientes extremadamente blancos, puede ser muy dañina. A todo el mundo le gustaría tener una sonrisa bonita, con unos dientes bien alineados, de aspecto sano y blancos, muy blancos. En nuestra cultura asociamos la blancura de nuestra dentadura con belleza y salud, motivo por el cual la mayoría desearía tener sus dientes de un tono más claro. Sin embargo, este deseo puede degenerar en obsesión por tener los dientes blancos tan extrema que las personas que la padecen son capaces de aplicarse tratamientos peligrosos y caros con tal de cumplir sus expectativas de lo que una sonrisa bonita. Este fenómeno recibe el nombre de blancorexia, una obsesión que ha ido en auge en los últimos años a medida que los medios han ido promoviendo el ideal de que cuanto más blanca sea nuestra sonrisa, mejor. Descubramos más a fondo en qué consiste. ¿Qué es la blancorexia? Prácticamente todo el mundo sueña con tener una sonrisa bonita, con dientes bien alineados, enteros, sin caries y de un tono blanco brillante. Es parte del canon de belleza occidental la idea de que una persona atractiva es aquella que, entre otros rasgos, posee unos dientes blancos, algo que podemos ver promovido en los medios si nos fijamos en cómo lucen las celebrities más atractivas. No falla: todas tienen dientes blancos y perfectos. Pese a que a muchos les pueda sorprender, los dientes sanos no son absolutamente blancos, sino de color marfil. Es posible hacer que nuestra dentadura presente un tono más claro y estéticamente atractivo mediante unos buenos hábitos de higiene bucodental además de recurrir a tratamientos profesionales como el blanqueamiento dental. Acudiendo a un odontólogo habilitado es posible hacer que nuestros dientes sean más blancos de forma saludable y equilibrada, aunque nunca serán absolutamente blancos. Lamentablemente, son muchas las personas que tienen interiorizada la idea de que se pueden tener dientes absolutamente blancos, tal y como ven que lucen sus celebrities de referencia. Esta moda de querer los dientes más blancos se ha vuelto peligrosa, tanto que no solo haya incrementado la cantidad de solicitudes para recibir un tratamiento de blanqueamiento dental profesional sino que, también, se recurre a productos milagrosos y pseudoprofesionales que usan métodos peligrosos para la salud. A esta obsesión por los dientes blancos se la ha denominado blancorexia. Las personas que padecen blancorexia tienen una percepción distorsionada del color de su dentadura. Hay un verdadero problema de dismorfia corporal que, unido con unas expectativas muy poco realistas sobre el color que deberían tener los dientes, hace que la persona no se vea convencida por los resultados de los tratamientos convencionales y recurra a unos que le aseguran que sí podrá tener esa tonalidad blanca pura en sus dientes. Causas de esta obsesión La blancorexia es una obsesión que bebe mucho del canon de belleza promovido por los medios de comunicación, tanto el masculino como el femenino. En la mayoría del mundo occidental las personas de dientes blancos se perciben no sólo como individuos que cuidan su salud, sino que son también atractivos y más confiables. Como contraefecto, las personas de dentaduras amarillentas se perciben como poco agradables, menos atractivas, enfermas y en quien no confiar. Es difícil no ver en la televisión o las redes sociales a personas atractivas cuyos dientes son deslumbrantemente blancos. A la mayoría de los famosos se les ve una sonrisa blanca, hecha en la consulta de un odontólogo estético o recurriendo a retoques fotográficos para que luzca más brillante de lo que realmente es. Como muchas personas quieren verse tan atractivas como las celebrities, su deseo por imitarles también se muestra en un interés por lucir unos dientes exageradamente blancos. El deseo por tener unos dientes blancos ha sido aprovechado por marcas con pocos escrúpulos que promocionan y comercializan productos milagrosos para el blanqueamiento dental. A esto se le suma la falta de información sobre los peligros de aplicar productos no médicamente testados para el blanqueamiento dental y sin supervisión profesional. ¿Qué riesgos trae consigo la blancorexia? La mayoría de los blanqueadores dentales, tanto legalmente comercializados en farmacias como de venta más heterodoxa como Internet, contienen sustancias como el peróxido de hidrógeno (agua oxigenada) y el peróxido de carbamida (agua oxigenada y urea) que normalmente se aplican mediante férulas. Aunque muchos productos que contienen estas sustancias están médicamente testados, su uso abusivo y sin supervisión profesional puede dar como resultado efectos indeseados. La blancorexia trae los siguientes problemas médicos: Hipersensibilidad dental Irritación de las encías Gingivitis Grietas en los dientes Cambios en la percepción del sabor Pérdida del esmalte dental Necrosis pulpar Pérdida del diente Fuente: Psicología y Mente https://psicologiaymente.com/clinica/blancorexia

viernes, 22 de diciembre de 2023

DTP/ 500 Bacterias contra las caries: el increíble hallazgo de unos científicos españoles

A lo largo de la historia, numerosos descubrimientos científicos se han atribuido a la casualidad. La manzana de Newton, que le hizo descubrir la gravedad al golpearle la cabeza al caer de un árbol. O la basura sin sacar de Fleming que le hizo descubrir la penicilina, marcando así el inicio del desarrollo farmacológico de los antibióticos. Personalmente, más que en casualidades, creo en personas muy bien preparadas, con una mente privilegiada y un talento especial para relacionar los eventos que suceden a su alrededor. ¿Qué opinas tú? ¿Sabías que un descubrimiento científico tarda entre 10 y 15 años en ver su aplicación práctica real? Eso es lo que ha tardado el equipo de investigación del área genómica y salud de la Fundación para el Fomento de la Investigación Sanitaria y Biomédica de la Comunidad (FISABIO), junto a la Clínica Odontológica, Fundació Lluís Alcanyis, de la Universidad de Valencia (España), en ver su proyecto hecho realidad. Hace justo 10 años, en 2013, se publicó el artículo Streptococcus dentisani sp. nov., a novel member of the mitis group, donde el equipo del investigador Alejandro Mira caracterizó por primera vez dos cepas de bacterias que denominaron Streptococcus dentisani. Estas cepas se agruparon en una nueva rama filogenética. Esta cepa está presente en el 10 % de la población que nunca ha tenido caries y es capaz de disminuir entre 3 y 10 veces la producción del ácido que las provoca. ¿Por qué se clasificaron en una nueva rama filogenética? Se secuenciaron los genomas de las dos cepas encontradas y se demostró que estas cepas diferían significativamente de cualquier especie de estreptococo, mostrando diferencias significativas incluso en comparación con las especies filogenéticamente más cercanas, como Streptococcus oralis y S. mitis. Bioquímicamente, los dos aislados también mostraron características metabólicas distintas en relación con especies estrechamente relacionadas, como la actividad de α-galactosidasa. Casi 10 años después, en el estudio Topic Application of the Probiotic Streptococcus dentisani Improves Clinical and Microbiological Parameters Associated With Oral Health, se ha demostrado que Streptococcus dentisani, aislado de la placa dental de individuos sin caries, tiene varios efectos beneficiosos in vitro que podrían contribuir a promover la salud bucal, incluida una actividad antimicrobiana contra patógenos bucales (microorganismos perjudiciales) mediante la producción de bacteriocinas (sustancias antimicrobianas producidas por bacterias) y una capacidad amortiguadora del pH (neutraliza la acidez) a través de producción de amoníaco, reduciendo así el ácido causante de la caries. Otros trabajos también han demostrado que S. dentisani puede colonizar la cavidad bucal durante 2 a 4 semanas después de la aplicación. ¿En qué ha consistido el estudio? El objetivo del estudio ha sido evaluar la eficacia clínica del probiótico mediante un estudio de grupos paralelos, aleatorizado, doble ciego y controlado con placebo. Se inscribieron en el estudio cincuenta y nueve voluntarios y se les asignó aleatoriamente a un grupo de tratamiento o de placebo. con una férula dental durante 5 min cada 48 h, por un período de 1 mes (es decir, 14 dosis). Se recogieron muestras de placa dental y saliva al inicio del estudio, 15 y 30 días después de la primera aplicación y 15 días después de finalizar el tratamiento. En el grupo de probióticos hubo una disminución en la cantidad de placa dental y en la inflamación gingival, pero no se observaron diferencias en el grupo de placebo. El grupo de individuos tratados con los probióticos mostró un aumento significativo en los niveles de amoníaco y calcio en la saliva, actuando como regulador del pH, y reduciendo así la acidez. La acción de los ácidos creados por la placa dental es la principal causa de caries. Finalmente, la secuenciación mostró un cambio beneficioso en la composición bacteriana el día 30 en relación con el valor inicial, con una reducción de varios organismos cariogénicos (que generan caries en los dientes) y de la microbiota clave en la formación de placa, probablemente como resultado de la producción de bacteriocinas (sustancias antimicrobianas). Sólo el 58 % de los participantes en el grupo de probióticos mostraron niveles elevados en placa de S. dentisani el día 30. Pero este valor aumento a 71 % el día 45, lo que indica que los beneficios de la aplicación de S. dentisani podrían aumentarse mejorando la eficiencia de la colonización. En conclusión, la aplicación de S. Dentisani mejoró varios parámetros clínicos y microbiológicos asociados a la salud bucal, apoyando su uso como probiótico para prevenir la caries. ¿Qué aplicación tiene S. Dentisani? La caries es la patología infecciosa más extendida en el mundo, ya que afecta al 80-90% de la población. Además de la grave pérdida dental, este problema bucal se relaciona con úlceras de estómago, infartos o incluso ciertos tumores. Por eso, el hallazgo de una bacteria anticaries puede tener una gran repercusión sobre la salud pública. Esta enfermedad dental resulta de la desmineralización de los tejidos duros del diente, como el esmalte y la dentina. Esta desmineralización es causada por la acción de los ácidos producidos por las bacterias presentes en la placa dental. Las bacterias de la placa dental descomponen los carbohidratos produciendo ácidos como subproducto. Por eso, el consumo de azúcar perjudica tanto la salud bucodental. Pues estos ácidos pueden debilitar y desmineralizar el esmalte dental, lo que con el tiempo puede llevar a la formación de cavidades, conocidas como caries. El mantra principal respecto a la salud dental siempre ha sido: esterilizar, limpiar y utilizar antisépticos para eliminar las bacterias de la boca. Pero ahora se plantea la posibilidad de que, quizá, no se trata tanto de eliminar todas las bacterias, sino de modular un equilibrio que favorezca a las bacterias beneficiosas. Se trata, por tanto, de restablecer el equilibrio, favoreciendo las relaciones beneficiosas y reduciendo los niveles de las bacterias que causan enfermedades bucodentales. De la misma forma, que se busca un correcto balance en la microbiota intestinal. En principio, se trató de aplicar este hallazgo, introduciendo esta bacteria en una pasta de dientes convencional, pero no fue efectivo por la humedad de la misma. Otras posibilidades que se están barajando como vehículo de este probiótico es una pasta de dientes en polvo, para evitar el problema de la humedad, un gel bucodental que se aplicaría en una férula durante unos minutos, o comprimidos masticables que permitan a la bacteria adherirse a los dientes para poder hacer su función. Se trataría del primer producto de este tipo en el mercado. Con este estudio, se abre la puerta a una nueva línea interesante de investigación, que podría estar sacada de una película de ciencia ficción, sería plantear la hipótesis de que, quizá, la solución a muchas otras enfermedades infecciosas puede estar dentro del propio ser humano. En tal caso, se trataría de rastrear y localizar a las personas que de alguna manera parecen inmunes a una enfermedad, analizar qué les hace serlo y tratar de aplicar ese descubrimiento al resto. Fuente: El Aragüeño https://elaragueno.com.ve/bacterias-contra-las-caries-el-increible-hallazgo-de-unos-cientificos-espanoles/ Otras Fuentes hacen eco de la noticia: 1. https://www.infobae.com/espana/2023/11/24/la-bacteria-anticaries-descubierta-por-espanoles-que-se-comercializara-el-proximo-ano-es-toda-una-revolucion/#:~:text=Este%20grupo%20de%20investigadores%2C%20dirigido,del%20%C3%A1cido%20que%20las%20provoca. 2. https://www.muyinteresante.es/ciencia/62492.html 3. https://www.elmundo.es/salud/2013/11/13/52827f9f61fd3d693e8b4582.html 4. https://www.latercera.com/tendencias/noticia/asi-es-la-nueva-bacteria-que-la-ciencia-detecto-que-provoca-caries-en-los-dientes/RQOZVMY4TVFPBCTCAXW2HOVJBM/ 5. https://www.lavoz.com.ar/ciudadanos/cientificos-espanoles-descubrieron-una-bacteria-capaz-de-evitar-la-caries/#!/login

domingo, 3 de diciembre de 2023

DTP/499Un estudio del CSIC plantea usar la membrana de huevo como material de regeneración ósea

El Instituto Andaluz de Ciencias de la Tierra (IACT), centro de investigación mixto del Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC) y la Universidad de Granada, junto a las universidades de Oviedo, Granada, Jaén, Nacional de Colombia y junto al Servicio Andaluz de Salud, participan en un estudio que desvela las propiedades beneficiosas de la membrana de la cáscara de huevo como material de regeneración ósea. Los investigadores han desarrollado un nuevo biomaterial basado en una membrana con una cara externa mineralizada, que induce la formación de nuevas células óseas, y una cara interna sin mineralizar, que actúa como barrera frente a una indeseada invasión celular desde el tejido gingival circundante hacia la zona de formación del hueso. Estos resultados han sido publicados en la revista Biomaterials Advances y tanto el material resultante como sus aplicaciones han sido protegidos mediante patente en España, al mismo tiempo que se ha iniciado el proceso para su protección a nivel internacional. La membrana del huevo es un material biopolimérico singular formado por fibras de colágeno (tipo I, V y X) y recubierta de proteínas de la clara, proteínas de la matriz de la cáscara y carbohidratos como glucosaminoglicanos y ácido hialurónico. Además, en su cara externa, la membrana presenta unas estructuras denominadas mamilas, compuestas de proteoglicanos, unas moléculas que actúan como centros de nucleación (cambio de estado por el que se forman cuerpos sólidos a partir de una fase líquida previa) de carbonato cálcico, el componente mineral de la cáscara. La composición y función de las caras externa e interna de la membrana son diferentes. Mientras la cara externa promueve la nucleación de carbonato cálcico y por tanto la formación de la cáscara; la cara interna, que está en contacto con la yema y la clara, inhibe la formación del mineral. Las aves aprovechan este doble rol de la membrana para formar el resistente material de cáscara de huevo: una coraza de carbonato cálcico que protege al embrión de agresiones externas y, al mismo tiempo, le permite eclosionar fácilmente desde su interior. Esta dualidad ha demostrado ser una característica prometedora, explotada en este trabajo, para el desarrollo de un material biohíbrido con futuras aplicaciones en regeneración ósea guiada y recubrimiento pulpar. Regeneración ósea guiada Es una técnica ampliamente usada en odontología para promover la regeneración de hueso mandibular, por ejemplo, en maxilares, antes de proceder a colocar un implante, y la reparación de defectos óseos. Para ello, se usan pequeñas membranas fabricadas con polímeros reabsorbibles naturales (colágeno, quitosano y gelatina, entre otros) o sintéticos [ácido poliláctico (PLA), ácido poliglicólico (PGL) y sus copolímeros] y un injerto óseo o material regenerador como un fosfato de calcio. El papel de estas membranas es actuar como barrera física entre el tejido óseo y el tejido gingival circundante, de manera que evite la invasión de células desde el tejido gingival a la zona del injerto óseo y, además, sirva como soporte para la formación de hueso nuevo. A su vez, se requiere que sean reabsorbibles para evitar una segunda cirugía. El biomaterial desarrollado en este trabajo consta de una membrana de cáscara de huevo de gallina, recubierta en su cara externa por nanocristales de fosfatos de calcio (fase apatito), preservando su cara interna sin mineralizar. Los fosfatos de calcio son un grupo de minerales que contienen iones de calcio y fosfato en su composición, y cristalizan en diferentes fases, entre ellas la fase apatito, que es el principal componente mineral de nuestros huesos y dientes. “Para ello hemos usado una técnica de cristalización innovadora denominada ‘cristalización por difusión de vapor’, que persigue la precipitación de nanocristales de apatito con características similares al apatito del hueso que se pretende regenerar. El biomaterial obtenido es pues bifuncional, osteoinductor en la cara externa y barrera frente a la invasión celular en la cara interna, pudiendo sustituir a los actuales materiales empleados en regeneración ósea guiada, es decir, la suma de una membrana más un injerto óseo. La membrana en su cara externa es, por ende, afín a los tejidos mineralizados y en su cara interna afín a los tejidos blandos. La membrana es, asimismo, reabsorbible”, indica Jaime Gómez Morales, del Laboratorio de Estudios Cristalográficos del IACT e investigador principal del estudio. Los trabajos in vitro han confirmado que el material de membrana de huevo recubierto con apatito tiene propiedades mecánicas mejoradas respecto a la propia membrana, biocompatibilidad y capacidad de estimular el crecimiento y desarrollo de células formadoras de hueso, incluyendo la diferenciación osteogénica de células madre mesenquimales (importantes para fabricar y reparar tejido óseo). Estas propiedades son clave para determinar el potencial de aplicación clínica del material conseguido en este estudio y son garantes para avanzar en la investigación del mismo. De este modo, el material puede ser también utilizado para la regeneración de lesiones de otros huesos del cuerpo. Recubrimiento de la pulpa dental “En el caso de recubrimiento pulpar, el biomaterial de membrana recubre una exposición accidental de la pulpa dental, con el objetivo de preservar la vitalidad del diente. En la actualidad, los materiales utilizados para el recubrimiento pulpar están compuestos a base de hidróxido de calcio, silicatos de calcio y resinas compuestas, presentando limitaciones en su aplicación clínica debido a su incompatibilidad composicional con los tejidos dentales. Nuestro material, en cambio, contiene fosfatos de calcio (apatito) que son los mismos componentes presentes en los tejidos dentales, como la dentina o el esmalte. Esto lo convierte en una opción prometedora y compatible para la regeneración pulpar”, explica Gómez Morales. “Gracias a estos resultados positivos, estamos comprometidos con la optimización de sus propiedades, de manera que pueda contribuir sustancialmente en campos médicos tales como la Traumatología y Odontología regenerativa”, añade. El trabajo ha recibido hoy el Premio de Investigación del Instituto Español de Estudios del Huevo 2023, una asociación sin ánimo de lucro que fomenta la investigación y el uso adecuado del huevo en España. Erika López / CSIC Comunicación Andalucía y Extremadura Imagen: Membrana de cáscara de huevo. / Pexels Referencia científica: Adriana Torres-Mansilla, Pedro Alvarez-Lloret, Ana Voltes-Martínez, Elena López-Ruiz, Paula Alejandra Baldión, Juan Antonio Marchal, Jaime Gómez-Morales. Apatite-coated outer layer eggshell membrane: A novel osteoinductive biohybrid composite for guided bone/tissue regeneration. Biomaterials Advances. DOI: 10.1016/j.bioadv.2023.213605. Fuente y artículo completo: http://biotech-spain.com/es/articles/un-estudio-del-csic-plantea-usar-la-membrana-de-huevo-como-material-de-regeneraci-n-sea/

lunes, 6 de noviembre de 2023

DTP/ 498 proceso de selección de acceso a la Escala de Oficiales del Cuerpo Militar de Sanidad especialidad fundamental Odontología, por ingreso directo, como militar de carrera

Requisitos de acceso Requisitos para participar en el proceso de selección de acceso a la Escala de Oficiales del Cuerpo Militar de Sanidad especialidad fundamental Odontología, por ingreso directo, como militar de carrera Para participar en este proceso de selección, previo al ingreso en el Centro Docente Militar de Formación, debe cumplir una serie de requisitos, entre los cuales destacamos los siguientes: •  Tener nacionalidad española. •  No estar privado de los derechos civiles. •  Carecer de antecedentes penales. •  Carecer de inserciones o tatuajes que puedan ser contrarios a los valores constitucionales o atentar contra la imagen de las Fuerzas Armadas. •  No hallarse procesado, imputado, investigado o encausado en algún procedimiento judicial por delito doloso. •  No haber sido separado del servicio, mediante expediente disciplinario, de cualquiera de las Administraciones Públicas, órganos constitucionales, órganos estatutarios de las comunidades autónomas, ni hallarse inhabilitado con carácter firme para el ejercicio de las funciones públicas. •  Tener cumplidos o cumplir en el año de la convocatoria los dieciocho (18) años. •  Estar en posesión en el plazo de presentación de solicitudes del siguiente título: Licenciado o Graduado en Odontología. El proceso de selección para el ingreso en la Escala de oficiales del Cuerpo Militar de Sanidad, especialidad fundamental Odontología, por la forma de ingreso directo, como militar de carrera, se realiza mediante el sistema de concurso-oposición. Fase de concurso Esta fase consistirá en la comprobación y valoración de los méritos aportados por los aspirantes y en el establecimiento de su orden de prelación, conforme al Anexo I de la Orden DEF/2454/2011, de 6 de septiembre. Fase de oposición En esta fase se realizarán las siguientes pruebas: 1. Prueba de conocimientos de Odontología •  Consiste en contestar un formulario tipo test de 250 preguntas teóricas de las áreas de enseñanza comprendidas en su titulación, en un plazo máximo de cinco horas. •  No se permitirá el uso de libros, apuntes o referencias bibliográficas. •  Los aspirantes declarados “no apto” no continuarán en el proceso selectivo y por tanto, no realizarán el resto de las pruebas. 2. Ejercicio práctico Consistirá en el desarrollo escrito del estudio de casos y la resolución práctica de determinadas situaciones clínicas propias de la práctica odontológica. Constará de un único ejercicio en el que se realizará el estudio y valoración de diferentes casos o situaciones clínicas en las que se pedirá al opositor la realización de la anamnesis, exploración clínica, exploraciones complementarias, diagnóstico diferencial y tratamientos requeridos. También se podrá pedir al opositor, contestación por escrito a diferentes preguntas sobre pruebas diagnósticas o complementarias así como el desarrollo de una prueba de habilidad práctica referida a cualquier área de aplicación de la odontología (prótesis, cirugía, odontología restauradora …). El desarrollo escrito y de habilidades prácticas de la fase se realizará en un plazo máximo de dos horas. Tras finalizar la prueba, y una vez leído en sesión pública el ejercicio el tribunal podrá solicitar del opositor cuantas aclaraciones estime oportunas sobre las pruebas realizadas. La no concurrencia a la lectura supondrá la eliminación del aspirante. 3. De lengua inglesa Constará de ejercicios de comprensión escrita, gramática, vocabulario y comprensión oral si así se establece en la convocatoria. El nivel de la prueba se ajustará al de las competencias propias del nivel B1. No se permitirá el uso de ninguna clase de libros, apuntes o diccionarios, sea cual sea su soporte. 4. Pruebas psicológicas Estas pruebas explorarán las características de la personalidad de los aspirantes para detectar indicadores de posibles trastornos que pudieran comprometer su rendimiento como alumno o su futuro desempeño profesional. Los resultados obtenidos serán tomados en consideración en el posterior reconocimiento médico. 5. Reconocimiento médico y pruebas físicas Reconocimiento médico Se aplicará el cuadro médico de exclusiones exigible para el ingreso en los centros docentes militares de formación. Pruebas físicas Se aplicará el cuadro de pruebas y marcas a alcanzar para el ingreso en los centros docentes militares de formación que se encuentre en vigor, o en su defecto el que se establezca en la convocatoria, será condición indispensable la aportación del correspondiente certificado médico oficial en el que se haga constar que el aspirante posee la aptitud física para realizar las pruebas. Asignación de plazas Una vez obtenidas las calificaciones finales de todo el proceso de selección ordenadas de mayor a menor, se asignarán las plazas convocadas, comenzando por el aspirante que haya obtenido la mayor de las calificaciones. Nombramiento de alumnos Los declarados alumnos se presentarán en la fecha señalada en la convocatoria en la Academia General Militar (Zaragoza). Al hacer su presentación, serán nombrados alumnos del citado Centro Docente Militar de Formación. Aquellos que previamente no tuvieran la condición de militar firmarán un documento de incorporación a las Fuerzas Armadas Fuente: Cuerpo Militar de Sanidad (Odontología) - Españolas Ministerio de Defensa https://reclutamiento.defensa.gob.es/pdf/folletos-defensa/ofi-con/ODONTOLOGIA.pdf

domingo, 5 de noviembre de 2023

DTP/ 497 India desarrolla nanobots para endodoncias

India: El Instituto Indio de Ciencias (IISc) ha anunciado su desarrollo conjunto de nanobots que pueden ayudar en los tratamientos de conducto estándar. El equipo de investigación está compuesto por científicos del Instituto y Theranautilus, una startup incubada por IISc. Usando un campo magnético, los científicos afirman que los nanobots pueden controlarse en lo profundo de los túbulos dentinarios para eliminar las bacterias con calor. Se dice que esto ofrece un método seguro y potente para mejorar la tasa de éxito de los tratamientos de conducto. El procedimiento de tratamiento del conducto radicular consiste en extraer la pulpa infectada dentro del diente, limpiarla con antibióticos para matar las bacterias, antes de rellenar el espacio del conducto con un sellador. Cuando sea necesario, el diente limpio puede cubrirse con una corona artificial. Según los resultados de la investigación publicados en la Materiales avanzados de salud journal, los robots de tamaño nanométrico son lo suficientemente pequeños como para llegar hasta el interior de los canales microscópicos. Esto significa que puede buscar y matar los residuos de bacterias, incluida la bacteria Enterococcus faecalis resistente a los antibióticos, que las técnicas actuales de endodoncia a veces no logran eliminar. Para abordar el problema, los investigadores indios diseñaron nanobots helicoidales hechos de dióxido de silicio con una capa de hierro para generar un campo magnético de baja intensidad. Al probar las máquinas de tamaño nanométrico en muestras de dientes extraídos, pudieron controlar el movimiento ajustando la frecuencia del campo magnético. El calor generado por la manipulación del robot también mata las bacterias en su vecindad. Después de probar la seguridad y la eficiencia de los nanobots utilizando modelos de ratones, Shanmukh Srinivas, cofundador de Theranautilus e investigador asociado en el IISc Centro de Nanociencia e Ingeniería (CeNSE) informa que han establecido formas de recuperar los nanobots de los dientes del paciente. Los investigadores están desarrollando actualmente un nuevo dispositivo que permitirá al dentista realizar todo el procedimiento del nanobot durante el tratamiento del conducto radicular. “Estamos muy cerca de implementar esta tecnología en un entorno clínico”, agrega el profesor de CeNSE Ambarish Ghosh, “que se consideraba futurista incluso hace tres años”. Fuente: DRA. https://dentalresourceasia.com/es/india-develops-nanobots-for-root-canals/

sábado, 4 de noviembre de 2023

DTP/ 496 La Comunidad de Madrid ultima las nuevas medidas del Plan de salud bucodental para mayores, embarazadas, niños y población vulnerable

La Comunidad de Madrid ultima las nuevas medidas del Plan específico para mejorar la atención pública de la salud bucodental de mayores, embarazadas, menores de edad, personas con discapacidad, pacientes oncológicos y población vulnerable. Así lo ha avanzado hoy la consejera de Sanidad, Fátima Matute, durante su visita al Centro de Salud Goya de Madrid capital, donde se ofrecen distintos tratamientos e intervenciones especiales al colectivo infantil. El Plan, de la Gerencia Asistencial de Atención Primaria del Servicio Madrileño de Salud (SERMAS), contempla nuevos servicios gratuitos para los niños de hasta 6 años, la captación activa de las mujeres en estado de gestación para cuidar su salud bucodental incluyendo, entre otras prestaciones, tartrectomías (limpiezas de boca). También se ofrecerá asistencia a la población con cáncer de cabeza y cuello para prevenir los efectos colaterales de la radioterapia en sus piezas. También contempla un programa de revisiones a personas de 65 años y, además, la Consejería de Sanidad firmará en próximas fechas un nuevo convenio con el COEM para subvencionar gratuitamente prótesis dentales y cuidados anticaries a mayores de 80 años, actuación para la que el Ejecutivo autonómico prevé una inversión de 20 millones de euros anuales. Otra medida del Plan que ya se ha puesto en marcha es el envío de mensajes SMS para que los menores de 7 a 16 años acudan a sus revisiones bucodentales anuales; y se mantiene -por séptimo año consecutivo- el convenio de con el COEM para sufragar tratamientos especiales a este grupo de población, con una inversión este año de 2,5 millones, del que se han beneficiado ya, desde el pasado mes de mayo más de 4.700 usuarios, con un ahorro medio de casi 278 euros por familia. El acceso a esta última prestación se produce tras la valoración del paciente por parte de un profesional de la Unidad de Salud Bucodental (USBD) de su centro de salud, que le deriva al odontólogo colegiado que libremente escoge el usuario de los 930 adheridos al convenio. El programa contempla, además, la cobertura gratuita de endodoncias, reimplantes, colocación de mantenedores de espacio, grandes reconstrucciones, obturaciones o coronas dentales. Atención a menores de la Cañada Real En paralelo, la Comunidad de Madrid ha potenciado la atención de los menores de la Cañada Real y en el Centro de Salud Sierra de Guadarrama, en Collado Villalba, con equipos de apoyo, en cada uno de estos puntos, formados por un odontólogo y un higienista dental. Asimismo, los niños con diversidad funcional física o psíquica reconocida oficialmente que, a causa de dicha diversidad, necesiten sedación para poder recibir tratamientos, son tratados en el Hospital público Infantil Universitario Niño Jesús, y los mayores en el Gregorio Marañón. La Comunidad de Madrid ofrece atención a toda la población través de las 85 USBD de los centros de salud públicos de la región, que en 2022 completaron cerca de 820.000 consultas. En ellas se realizan a los menores una revisión anual de su estado dental y, en caso de ser necesario, sellado de fosas o limpieza de boca. También llevan a cabo actividades preventivas y talleres en centros educativos. Son asistidas por 301 profesionales: 156 odontólogos, 145 higienistas dentales, además de 19 auxiliares de Enfermería y dos enfermeras de apoyo. Esta plantilla se ampliará con 32 nuevos contratos, 19 higienistas dentales y 7 odontólogos, a los que se añaden seis profesionales que se han incorporado recientemente para la atención a población vulnerable.   Para mejorar la calidad de este servicio público, la Comunidad de Madrid invertirá 2,5 millones de euros en la adquisición de 122 nuevos sillones en estos gabinetes. Fuente: Comunidad de Madrid https://www.comunidad.madrid/noticias/2023/10/06/comunidad-madrid-ultima-nuevas-medidas-plan-salud-bucodental-mayores-embarazadas-ninos-poblacion-vulnerable

martes, 31 de octubre de 2023

DTP/ 495 Expansión Rápida del Maxilar Quirúrgicamente Asistida, Abordaje Unilateral

Odontólogo, PhD en Cirugía y Traumatología Buco Maxilofacial. Profesor Asociado del Área de Cirugía y Traumatología Buco Maxilofacial de la Universidad de Pernambuco. Facultad de Odontología de Pernambuco. FOP-UPE. Recife - PE - Brasil.  ** Odontólogo USM Caracas - Venezuela. MSc en Cirugía y Traumatología Buco Maxilofacial. FOP-Unicamp, SP–Brasil. Estudiante de Doctorado en Cirugía y Traumatología Buco Maxilofacial. Facultad de Odontología de la Universidad de Pernambuco. Recife - PE – Brasil *** Especialista en Ortodoncia por la Facultad de Odontología de la Universidad Federal de Pernambuco / UFPE. Dirección  para correspondencia: José Rodrigues Laureano Filho. Facultad de Odontología de Pernambuco.Área de Cirurgia Buco-Maxilo-Facial.Av. Gal Newton Cavalcanti, N 1650. Tabatinga - Camaragibe - Pernambuco .Código Postal: 54.753-220. Teléfonos: (55.81) 3458.1000 (55.81) 3328.6333 e-mail: marvisallais@cirugia-maxilofacial.net, laureanofilho@uol.com.br RESUMEN Una adecuada dimensión transversal del maxilar superior es un componente crítico para obtener una oclusión funcional estable. Aunque la expansión rápida del maxilar puede ser usada en pacientes jóvenes, con el pasar del tiempo y el envejecimiento del individuo, las suturas óseas van ínter digitándose y llegan a fundirse parcial o totalmente. La expansión rápida del maxilar quirúrgicamente asistida en pacientes que presentan una madurez esquelética avanzada es el procedimiento de preferencia para corregir las deficiencias transversales del maxilar. En el siguiente artículo, presentamos un relato de caso clínico de deficiencia transversa del maxilar superior tratada con Expansión Rápida Quirúrgicamente Asistida, de forma unilateral. Palabras Clave: Anomalías del Maxilar, Maloclusión, Ortodoncia, Técnica de Expansión Palatina RESUMO Uma adequada dimensão transversal da maxila e um componente crítico para obter uma oclusão funcional estável. A pesar da expansão rápida da maxila ser usada m pacientes jovens, com o decorrer do tempo e o envelhecimento do individuo, as suturas ósseas vão ínterdigitándose chegando a se fundir parcial o totalmente. A expansão rápida da maxila cirurgicamente assistida em pacientes que apresentam uma maturidade esquelética avançada é o procedimento de preferência para corrigir as deficiências transversais da maxila. No seguinte artículo, apresentamos um relato de caso clínico de deficiência transversa da maxila tratada com Expansão Rápida Cirurgicamente Assistida, de forma unilateral. Palavras Chave: Anomalias da Maxila, Mal oclusão, Ortodontia, Técnica de Expansão Palatina ABSTRACT An adequate transverse maxillary dimension is a critical component to obtain a stable functional occlusion.  Although the rapid palatal expansion of the jaw can be used in young patients, the facial suture lines become significantly more interdigitated and become either partially or totally fused as individual’s age.  The surgically assisted rapid maxillary expansion in patients with advanced skeletal maturity is the procedure of preference to correct the transverse deficiencies.  In the following article, we present a clinic case of maxillary transverse deficiency, treated with surgically assisted rapid maxillary expansion, with unilateral approach.. Keywords: Maxilla Anomalies, Malocclusion, Orthodontia, Palatal Expansion Technique Una adecuada dimensión transversal del maxilar superior es un componente crítico para una oclusión estable y funcional1.  Las deficiencias transversales del maxilar superior son comunes dentro de los tipos de deformidades faciales y pueden presentarse de forma aislada o en conjunto con otro tipo de deformidad. PROFFIT et al., demostraron que 30% de los adultos que necesitaron de tratamiento de deformidades dento-faciales presentaban deficiencias transversales del maxilar superior2. Las deficiencias transversales del maxilar superior pueden ser clasificadas en dos categorías: relativa y absoluta3. La deficiencia relativa es aquella observada durante el examen clínico, pero que al colocar los modelos de estudio en oclusión Clase I de canino, puede observarse que el tamaño del arco es adecuado y que en realidad la deformidad se debe a una deficiencia antero-posterior, representando de esta forma alteraciones de la relación sagital; delante de este tipo de alteraciones no habrá indicación de tratamiento para corrección de la dimensión transversal. La deficiencia absoluta, se refiere a aquella insuficiencia ósea transversal verdadera que durante el análisis de modelos en relación Clase I de canino se observa mordida cruzada unilateral o bilateral, en donde el tamaño de los arcos no corresponden entre si 4. La madurez ósea así como magnitud de la deficiencia transversal determinara el tratamiento a utilizar. Cuando esta discrepancia sea mayor a 4mm habrá necesidad de optar por el tratamiento  quirúrgico-ortodóntico. El tratamiento de deformidades asociadas, pueden ser realizados simultáneamente cuando estas no exceden los 8mm. Por encima de esta medida puede ser comprometido el riego sanguíneo del maxilar superior, además de disminuir la estabilidad del procedimiento. De esta forma la corrección del problema transversal es realizada inicialmente con expansión quirúrgicamente asistida y posteriormente es realizada la corrección de las otras discrepancias 5. La primera descripción de la técnica para corregir deficiencias transversales del maxilar abriendo ortopédicamente la sutura palatina fue realizada por ANGEL6 en 1860, posteriormente HASS en 19617 reintrodujo el termino de Expansión Rápida del Maxilar (ERM) para corregir deficiencias transversales relativas y absolutas, atresias maxilares, retrusiones maxilares y mal oclusiones clase II división 1 8,9.  A pesar de que esta técnica continua siendo utilizada por ortodoncistas con un alto índice de éxito en niños y adolescentes, su uso en adultos se hace limitado10, debido principalmente a que su realización puede resultar en inclinación alveolar, compresión periodontontal, desplazamiento lateral de las raíces, extrusión dentaria y recidiva11. Recibido para arbitraje: 09/07/2005 Aceptado para publicación: 28/04/2006 Introducción: La Expansión Rápida del Maxilar Quirúrgicamente Asistida (ERMQA) es un tratamiento quirúrgico-ortopédico donde el maxilar es osteotomizado para liberarlo de sus principales suturas y a través de un dispositivo el maxilar es expandido diariamente hasta alcanzar su tamaño ideal. Históricamente, la sutura palatina mediana fue apuntada como la principal área de resistencia a la expansión7-11,12 , posteriormente Lines13 y Bell 14 demostraron la importancia de otras áreas del esqueleto maxilofacial, como: las suturas zigomático temporal, zigomático frontal y las suturas zigomático maxilares. Kole 15, dirigió sus estudios hacia la realización de osteotomías en diferentes corticales óseas para eliminar las resistencias a los movimientos ortodónticos. Kennedy et al.16, realizaron un estudio en animales y observaron que la región crítica para la expansión del maxilar era el pilar zigomático, siendo esto confirmado posteriormente en un estudio realizado en humanos. Estos estudios estimularon el desarrollo de diferentes técnicas de osteotomías maxilares para expandir el maxilar lateralmente en conjunto con el uso de aparatos ortodónticos-ortopédicos tales como dispositivos de HASS o HYRAX. 3,13-17  Para la realización de la ERMQA, varias técnicas quirúrgicas han sido descritas en la literatura. Kole15 preconizó el uso de una osteotomía en la cortical vestibular para eliminar la resistencia, como una forma de facilitar los movimientos ortodonticos. Converse y Horowitz 18, modificaron esta técnica sugiriendo una osteotomía vestibular y otra palatina para la realización de la expansión maxilar. LINES13 (1975) determinó que  la sutura palatina mediana, así como el pilar zigomático maxilar representaban zonas de mayor resistencia a la expansión describió una técnica en donde fueron realizadas osteotomías en la pared lateral del maxilar superior extendiéndose desde la abertura piriforme hasta la región pterigopalatina y de la sutura palatina mediana a través de un acceso palatino, donde las osteotomias eran realizadas después del foramen nasopalatino y se extendian hasta la espina nasal posterior. En 1976, Bell y Epker 14, preconizaron la realización de una osteotomía lateral y otra a nivel de la sutura palatina. Esta última era hecha a través de una incisión sagital a nivel del paladar. Timms y Vero en 198112, utilizaron una osteotomía en la línea media del paladar, apenas para los pacientes con edad superior a 40 años. Glassman et al.19, describieron un acceso mas conservador para la osteotomía lateral del maxilar, siendo extendida la osteotomía desde la abertura piriforme hasta la región del pilar zigomático posterior, facilitando de esta forma la cirugía de disyunción. Este autor no preconiza la osteotomía palatina, proporcionando así una mayor flexibilidad para la ortodoncia ya que el disyuntor es cementado previamente a la cirugía. La técnica disminuyó el tiempo y la morbilidad de acceso quirúrgico, posibilitando así que el procedimiento fuese realizado con anestesia local. Actualmente, a pesar de la difusión de técnicas con abordajes quirúrgicos amplios, existe una tendencia clara a realizar osteotomías restrictas, dirigidas a las áreas de mayor resistencia10,19. Trabajos recientes refuerzan esa preferencia y enfatizan la ventaja de procedimientos quirúrgicos que puedan ser ejecutados sin la necesidad de internar al paciente en un ambiente hospitalar, reduciendo de esta forma el costo de la cirugía y la dependencia de otros profesionales para realizar el tratamiento 20. Ya en 1992, Bays y Greco10, describieron una técnica quirúrgica realizando una osteotomía lateral de la abertura piriforme hasta la sutura pterigomaxilar y la separación de la sutura palatina mediana era ejecutada por medio de un cincel espátula entre los incisivos centrales superiores, paralelo al paladar. Para la separación de la sutura palatina, los autores no encontraron necesaria la realización de una incisión a nivel de los tejidos blandos. Con esta técnica, los autores operaron 19 pacientes, con edad media de 30 años, y observaron una media de 8,8%, 1% y 7,7% de recidiva en las regiones de canino, premolar y molar; respectivamente. Schimming et al.21 , publicaron un estudio retrospectivo de 21 pacientes sometidos a disyunción del maxilar asistida quirúrgicamente utilizando la técnica descrita por Glassman et al. 19; de todos los pacientes operados, apenas en un caso no fue conseguida la expansión, ocurriendo fractura del proceso alveolar. Los autores sugieren que en los pacientes con edad superior a 30 años la separación quirúrgica de la sutura palatina debe ser realizada. Caso Clínico Paciente femenino de 15 años de edad, leucoderma, atendida en el área de Cirugía Bucal y Maxilofacial de la Facultad de Odontología de Pernambuco de la Universidad de Pernambuco en Recife – Brasil, la cual fue referida por un ortodoncista (H.C.N) para evaluación y tratamiento de atresia maxilar. Al examen intrabucal fue diagnosticada mordida cruzada posterior unilateral del lado derecho con una relación molar y canina clase II del lado derecho y clase I del lado izquierdo. La paciente también presentaba agenesia del incisivo lateral derecho sin presencia de diastema (Fig. 1 y 2). En la radiografía panorámica se evidenciaba la presencia de los 4 terceros molares y la ausencia del incisivo lateral superior. A través del análisis de modelos fue constatada una deficiencia transversal posterior esquelética unilateral, con discrepancia de los arcos dentales. Fue propuesta la expansión ortodóntica quirúrgica del maxilar superior con anestesia local. El dispositivo utilizado en este caso fue un HASS, el cual fue colocado 1 semana antes de la cirugía, siendo que la escogencia del aparato fue en conjunto con el ortodoncista (Fig. 3, 4 y 5). fuente: Acta Odontológica Venezolana https://ve.scielo.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0001-63652007000200027

domingo, 29 de octubre de 2023

DTP/ 494 La IA ofrece una “segunda opinión” a los dentistas para mejorar los diagnósticos y tratamientos

La tecnología se sigue abriendo paso en el mundo de la odontología para mejorar la atención al paciente y ayudar a ofrecer diagnósticos más precisos. Una de estas innovaciones viene de la mano de la Inteligencia Artificial (IA) y es un software llamado "Second Opinion", una herramienta digital que está revolucionando la forma en que los profesionales de la odontología abordan los diagnósticos y los planes de tratamiento. El software "Second Opinion" se ha convertido en una valiosa adición en el arsenal de herramientas de muchos consultorios y clínicas dentales. Esta innovadora plataforma utiliza algoritmos avanzados y análisis de imágenes para proporcionar una segunda opinión sobre diagnósticos y planes de tratamiento propuestos por los odontólogos. Su objetivo principal es aumentar la precisión de los diagnósticos y asegurarse de que los pacientes reciban la atención más adecuada a sus necesidades específicas. “Gracias a los algoritmos, la IA puede llegar a detectar algo que la vista del dentista no puede ver”, señala la doctora La Dra. Claudia Sinohui, directora médica de Clínica Dental Avodent, donde ya usan esta tecnología de IA indica que “cuando hacemos radiografías, hasta ahora era el odontólogo el que la interpretaba desde cero y detectaba si había caries, pérdida de hueso o cualquier otra patología. Ahora esa radiografía se sube de forma automática a Second Opinion y lo que hace el propio software es interpretar esas radiografías y te dice dónde puede haber alguna patología: una caries, pérdida de hueso, incluso te hace mediciones, lo cual, digamos, que es como una segunda opinión. Incluso puede llegar a detectar algo que tu vista no ha detectado a priori”. El software luego analiza la información de las radiografías y presenta un informe detallado que ofrece recomendaciones adicionales, posibles diagnósticos alternativos y opciones de tratamiento. Cada avance tecnológico aplicado en las clínicas dentales mejora no sólo los resultados que nos puede aportar un tratamiento, sino también la seguridad del profesional en la toma de decisiones. “Esta herramienta aporta al odontólogo más seguridad a la hora de diagnosticar a los pacientes, ya que tenemos una una vía adicional que antes no teníamos. Ahora hay una fase previa en la cual un software de IA identifica lo que cree que puede ser una patología. Además no solo te ayuda en el diagnóstico sino que te ayuda también luego en el seguimiento pudiendo comparar radiografías de distintas visitas del paciente, y viendo por ejemplo si ha habido pérdida de hueso”, apunta la Dra. Sinohui.  “Esta herramienta hace crecer la eficiencia, la fiabilidad y la seguridad del paciente” No obstante, es importante destacar que el software "Second Opinion" no reemplaza la experiencia del dentista y el juicio clínico de los profesionales de la odontología. “Obviamente la vista del odontólogo al final es lo que cuenta, pero en algunos casos puede que la inteligencia artificial vea cosas que igual al ojo humano se les escapan, ya que usa patrones que a veces muestra cosas que la vista humana no puede ver. Con lo cual eso es un beneficio para el paciente, porque a lo mejor no detectas una caries que hasta la siguiente visita del paciente, ha podido crecer mucho”, señala la doctora.  Este software de IA utiliza algoritmos avanzados que aumentan la precisión del diagnóstico, y permite a los profesionales identificar posibles complicaciones y tomar decisiones informadas sobre el tratamiento. “La fiabilidad de este software de IA es bastante alta. Incluye un parámetro que se puede modificar para que sea más o menos estricto a la hora de realizar la detección, de forma que si lo estableces muy bajo, es posible que te detecte una caries donde realmente no la hay”, destaca la Dra. Sinohui. Por la experiencia en el uso de este software de IA en las clínicas de Avodent señalan que “con el uso de este software crece la eficiencia, la fiabilidad y la seguridad del paciente, que ve lo que le explicamos con una herramienta adicional que también es buena para él”. La IA está demostrando ser una aliada valiosa para los odontólogos, mejorando la precisión diagnóstica, acelerando la planificación del tratamiento y, en última instancia, brindando una atención de mayor calidad a los pacientes. Fuente: ConSalud https://www.consalud.es/dentalia/tecnologia-novedades/ia-ofrece-segunda-opinion-dentistas-mejorar-diagnosticos-tratamientos_133722_102.html

viernes, 27 de octubre de 2023

DTP/493 Por qué la salud de tu boca influye en tu rendimiento deportivo

Una encía en mal estado o una simple caries pueden reducir significativamente el rendimiento deportivo. En el deporte de élite, esto resulta crucial, pero también para la población general es más importante de lo que parece contar con una buena salud bucodental para mejorar su forma física. En los últimos años, y a raíz del mejor conocimiento de los efectos que ejerce la salud de las encías sobre la salud general, se ha acrecentado el interés por investigar y conocer mejor la vinculación entre rendimiento deportivo y salud periodontal. Ahora se sabe mucho más sobre la relación entre aspectos claves del ejercicio físico y la inflamación que caracteriza a las enfermedades de las encías (y que se extiende a otras partes del organismo, lo que se conoce como inflamación sistémica). Tener una boca sana ayuda a mejorar el rendimiento deportivo y, a la inversa, una práctica deportiva adecuada puede tener efectos beneficiosos sobre la salud bucal. Según se recoge en un informe de SEPA, la relación entre el deporte y la salud oral es bidireccional: de igual forma que la práctica deportiva de forma regular es fundamental para conseguir unos hábitos y estilo de vida saludable, la salud bucodental es una parte integral y esencial que afecta diariamente a la a la calidad de vida y a la salud individual. La realización de un deporte supone un esfuerzo para el organismo, más aún si se trata de un deportista de élite. Por eso, el organismo debe estar en un nivel óptimo para desarrollarlo adecuadamente. Como una parte más de nuestro cuerpo, la boca debe gozar de una buena salud para permitir al organismo soportar un fuerte requerimiento físico. Los problemas bucodentales se relacionan con funciones fisiológicas de gran importancia que pueden influir negativamente en el rendimiento de la práctica deportiva.  De las causas a las consecuencias La disminución del rendimiento deportivo provocado por problemas bucodentales se deriva, fundamentalmente, de la presencia de dolor, peor calidad de vida, menor bienestar y la existencia de inflamación sistémica. Existe una importante base biológica que determina esta vinculación entre salud periodontal y rendimiento deportivo. Una de las principales causas de la reducción del rendimiento deportivo en personas con mala salud bucal se debe a la presencia de inflamación sistémica, que afecta a la producción de energía por parte del músculo, a la resistencia, a la fuerza muscular y a la coordinación neuromuscular de la que depende la precisión en los gestos deportivos. Así, por ejemplo, la gravedad de la enfermedad periodontal se relaciona de forma directa con la reducción de la fuerza muscular en flexiones de brazos, abdomen y carrera, y también se ha confirmado que las formas más avanzadas de periodontitis se asocian con la reducción de la capacidad cardiorrespiratoria.  Además, las enfermedades periodontales, como son la gingivitis (inflamación de las encías) o la periodontitis (infección grave de las encías que daña el tejido blando y destruye el hueso que sostiene los dientes), se relacionan con mayor riesgo de aparición de fiebre, contracturas, fatiga e inflamación articular, y con una recuperación más tardía de las lesiones musculares. En una boca enferma se produce una situación de infección crónica que puede llegar a originar problemas musculares, tendinitis, artritis…que van a limitar el rendimiento del deportista, sobre todo cuando se asocian también a dolor y limitación funcional. También se vincula con mayor fatiga muscular y una recuperación más tardía de las lesiones musculares. Igualmente, se suelen asociar determinados problemas bucales con trastornos que pueden minimizar el rendimiento deportivo; por ejemplo, una alineación incorrecta de los dientes (maloclusión) puede producir un defecto en el equilibrio, la tensión mandibular se puede relacionar con dolores en cuello y espalda, y una mala masticación puede provocar la disminución del poder energético del deportista. Las soluciones En general no se puede concebir que una persona practique profesionalmente un deporte si sufre un problema de salud. Resulta paradójico comprobar cómo en la mayoría de los deportes de élite se ha instalado un alto grado de profesionalización y una exhaustiva planificación del más mínimo detalle que pueda influir en el rendimiento y, sin embargo, se sigue menospreciando y olvidando el cuidado de la salud bucodental en el deportista. Si los deportistas fueran sometidos a controles odontológicos rutinarios se podrían evitar y controlar de un modo sencillo y efectivo algunas de las lesiones que se producen en la práctica deportiva.      Por lo tanto, la realización de revisiones periódicas y una adecuada educación en higiene oral es básica para los deportistas, ya sean profesionales o amateurs. Como consejos básicos, deben saber que antes de plantearse la realización de algún deporte hay que conocer el estado de la salud bucal y, en caso de existir un problema de salud bucodental, debería abordarse en equipo: entre el dentista, médico deportivo y el médico de Atención Primaria. En este ámbito, el dentista desempeña un papel esencial. La atención a los problemas en la cavidad oral no solo permite a los especialistas la identificación temprana de los síntomas y enfermedades bucales, sino también detectar algunas lesiones que pueden alertar sobre carencias vitamínicas, falta de minerales o estados nutricionales deficitarios, contribuyendo a un pronto diagnóstico y tratamiento. Además, el dentista es clave en el fomento del ejercicio físico y la mejora de la nutrición, siendo esta la base para la prevención de la periodontitis y el óptimo cuidado bucal. Fuente: Cuidate plus https://cuidateplus.marca.com/bienestar/2022/05/24/salud-boca-influye-rendimiento-deportivo-179802.html

jueves, 26 de octubre de 2023

DTP/ 492 Nuevo método natural para la reparación de dientes a través de la dentina

Un estudio señala que se puede estimular la creación de dentina a través de células dentales y que su aplicación clínica es posible Científicos del King's College de Londres (Reino Unido) han estado investigando un método para estimular la reparación de dientes mediante la activación de células dentales que crearían nueva dentina y creen que podría aplicarse en el mundo real próximamente.   En un artículo publicado en la revista científica 'Journal of Dental Research', los investigadores relatan sus avances y señalan que han encontrado más evidencia positiva de que el método tiene el potencial de ser traducido a un enfoque clínico directo. Cuando los dientes sufren daño ya sea por caries o trauma, hay tres capas que pueden verse afectadas: el esmalte exterior; la dentina, que protege la parte vital del diente; y la parte interna del diente, la pulpa dental suave. Investigaciones anteriores habían encontrado que el fármaco Tideglusib podría ayudar a proteger la capa interna estimulando la producción de la dentina, ayudando a que el diente se reparara a sí mismo. Resultados esperanzadores El equipo de investigación ha analizado ahora si el volumen de dentina reparadora producida es suficiente para reparar las caries que se encuentran en los dientes humanos. También han investigado el rango y la seguridad de este fármaco, y si la composición mineral de la dentina producida es similar a la de la dentina normal y es capaz de mantener la firmeza y fuerza del diente.   "Podemos estimular la reparación dental natural activando células madre dentales residentes. Este enfoque es simple y rentable"   Los resultados de este estudio son esperanzadores, ya que muestran más evidencias de que el método podría traducirse con éxito en la práctica clínica. Los investigadores descubrieron que el área de reparación no afecta a la pulpa dental y que la composición mineral de la dentina producida era significativamente diferente a la del hueso y más similar a la dentina normal.   Además, encontraron que el medicamento puede activar la reparación de un área de daño de dentina hasta diez veces más grande, imitando el tamaño de pequeñas lesiones en los seres humanos. "En los últimos años mostramos que podemos estimular la reparación dental natural activando células madre dentales residentes. Este enfoque es simple y rentable. Los últimos resultados muestran más evidencia de viabilidad clínica y nos acercan un paso más a la reparación dental natural", indica a SciTechDaily Paul Sharpe, director del Centro de Biología Craneofacial y Regenerativa del King's College de Londres.   No obstante, este tratamiento todavía no se ha probado en humanos y, evidentemente, no se ofrece por parte de ningún especialista dental. Fuente: El Confidencial https://www.elconfidencial.com/tecnologia/ciencia/2020-03-11/metodo-reparacion-dientes-dentina-celulas_2491776/

martes, 24 de octubre de 2023

DTP/491 La OMS destaca que el descuido de la salud bucodental afecta a casi la mitad de la población mundial

El último Informe sobre la situación mundial de la salud bucodental publicado hoy por la Organización Mundial de la Salud (OMS) ofrece la primera panorámica integral de la carga de las enfermedades bucodentales con perfiles de datos para 194 países, lo que proporciona una percepción única sobre áreas y marcadores clave de la salud bucodental pertinentes para los responsables de la toma de decisiones. El informe muestra que casi la mitad de la población mundial (45% o 3,5 mil millones de personas) padecen enfermedades bucodentales, y que tres de cada cuatro personas afectadas viven en países de ingreso bajo y mediano. Los casos mundiales de enfermedades bucodentales han aumentado unos mil millones durante los últimos 30 años —una clara señal de que muchas personas no disponen de acceso a la prevención y el tratamiento de las enfermedades bucodentales.  «Durante largo tiempo se ha descuidado la salud bucodental como parte de la salud mundial, pero muchas enfermedades bucodentales pueden prevenirse y ser tratadas con las medidas costoeficaces expuestas en este informe», ha declarado el Director General de la OMS, Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus. «La OMS tiene el compromiso de facilitar orientación y apoyo a los países, de modo que todas las personas, independientemente de su lugar de residencia y de cualesquiera que sean sus ingresos, dispongan del conocimiento y las herramientas precisas para cuidar sus dientes y su boca, así como para acceder a los servicios de prevención y atención cuando los necesiten.»  Rápido aumento de las enfermedades bucodentales Las enfermedades bucodentales más frecuentes son la caries dental, la periodontitis grave, la pérdida de dientes y el cáncer bucal. La caries dental no tratada es la afección con mayor prevalencia a nivel mundial y se estima que afecta a 2500 millones de personas. Se calcula que la periodontitis grave, una de las causas principales de la pérdida de dientes total, afecta a mil millones de personas en todo el mundo. Cada año se diagnostican unos 380 000 nuevos casos de cáncer bucal. El informe pone de relieve la flagrante desigualdad en el acceso a los servicios de salud bucodental, con una elevada carga de afecciones y enfermedades bucodentales que afectan a las personas más vulnerables y desfavorecidas. Las personas de ingresos bajos, las personas con discapacidad, las personas mayores que viven solas o en residencias, las personas que viven en comunidades rurales remotas, y las personas pertenecientes a grupos minoritarios soportan una mayor carga de enfermedades bucodentales. Este patrón de desigualdades es similar al de otras enfermedades no transmisibles, como el cáncer, las enfermedades cardiovasculares, la diabetes y los trastornos mentales. Los factores de riesgo comunes en las enfermedades no transmisibles, como la ingesta elevada de azúcares, todas las formas de consumo de tabaco y el consumo nocivo de alcohol, contribuyen a la crisis mundial de la salud bucodental.  Obstáculos para la prestación de servicios de salud bucodental Solo un pequeño porcentaje de la población mundial tiene cobertura de servicios de salud bucodental esenciales, y aquellos con una mayor necesidad también son con frecuencia quienes menos acceso tienen a estos servicios. Los obstáculos fundamentales que impiden el acceso a la prestación de servicios de salud bucodental incluyen: 1. La atención de la salud bucodental requiere grandes desembolsos directos. Con frecuencia, esta situación conlleva costos catastróficos y una considerable carga financiera para las familias y las comunidades. 2. La provisión de servicios de salud bucodental depende en gran medida de proveedores altamente especializados que utilizan costosos equipos y materiales de alta tecnología, y estos servicios no están bien integrados en los modelos de atención primaria de salud. 3. Unos sistemas de información y de vigilancia deficientes, junto con la escasa prioridad que se le otorga a la investigación pública sobre la salud bucodental, constituyen los principales cuellos de botella para el desarrollo de más intervenciones y políticas eficaces de salud bucodental.  Oportunidades para mejorar la salud bucodental mundial El informe describe un gran número de oportunidades prometedoras para mejorar la situación mundial de la salud bucodental, entre las que se incluyen: La adopción de un enfoque de salud pública mediante el abordaje de los factores de riesgo comunes a través de la promoción de una dieta equilibrada con bajo contenido en azúcares, el abandono del consumo de tabaco en todas sus formas, la reducción del consumo de alcohol y la mejora del acceso a dentífricos fluorados eficaces y asequibles. La planificación de los servicios de salud bucodental como parte de la salud nacional y la mejora de la integración de los servicios de salud bucodental en la atención primaria de salud como parte de la cobertura universal de salud. La redefinición de los modelos de personal de salud bucodental para responder a las necesidades de la población y la ampliación de las competencias de los trabajadores de la salud no especializados en odontología a fin de extender la cobertura de los servicios de salud bucodental. El fortalecimiento de los sistemas de información mediante la recogida y la integración de datos de salud bucodental en los sistemas nacionales de monitorización de la salud.  En palabras de la Directora de Enfermedades No Transmisibles de la OMS, Dra. Bente Mikkelsen, «poner al ciudadano en el centro de los servicios de salud bucodental es fundamental si el objetivo es alcanzar la meta de una cobertura universal de salud para todas las personas y las comunidades de aquí al 2030».  A lo que añadió: «Este informe representa un punto de partida ya que ofrece información de referencia para ayudar a los países a monitorizar los progresos realizados, al tiempo que proporciona observaciones relevantes de manera oportuna a los responsables de la toma de decisiones a nivel nacional. Juntos podemos cambiar la situación actual de desatención que sufre la salud bucodental.» Fuente: O.M.S. https://www.who.int/es/news/item/18-11-2022-who-highlights-oral-health-neglect-affecting-nearly-half-of-the-world-s-population